Sem coração

 

Queria não ter coração, pra não sofrer tanto e quase morrer de paixão.

Queria não ter coração, pra não me apaixonar tanto e depois descobrir

Que tudo não passou de ilusão.

Queria não ter coração, assim eu muito viveria,

Pouco sofreria e nunca me apaixonaria.

Queria não ter coração, seria tão mais fácil entender certas coisas,

Como por exemplo, porque o amor nos faz perder a razão.

Queria não ter coração, o mundo seria menos doido, do que serve a loucura

Sem um toque de emoção. É o amor sem coração.

Queria não ter coração, pra respirar fundo quando na cara levasse um não.

A dor eu não sentiria porque então, não teria um coração.

Queria não ter coração, pra quando meu mundo caísse logo eu juntasse os cacos

E seguisse em frente, porque não tem sofrer um ser sem coração.

Queria não ter coração, assim, seria oca, vazia, sem amor, sem ilusão...

Um amor sem coração, eu não sofreria, mas do que tudo me adiantaria um amor sem ilusão, uma paixão sem emoção, um ser sem coração...

Sei de fato não me livraria de sonhar, de emocionar, com ou sem coração, eu nasci foi pra amar, mesmo que no fim da estrada, novamente eu me depare, outra vez sem coração.

 

 

 

Entrelinhas

  

Meu refúgio é escrever, sei chorar não é o bastante, ponho-me então a rabiscar.

Minhas horas são cruéis, os meus dias tão penosos, passam lentos, vagarosos, posso até a cor contar.

As lembranças me invadem, meu sentir me faz penar, pouco a pouco me recordo dos momentos lindos todos, que contigo segredei.

Olhos vêem a minha falta, me perguntam quem sou eu, logo sentem a saudade de alguém em mim nasceu.

Minha face amarga e triste me entrega aos homens maus, me retratam de alma pobre, por amar o natural.

Se me nota logo a vista, que dizer do meu lugar, minha cama, meu sossego, meu colchão, meu lamentar.

Tem o cheiro da tristeza que comovem até os anjos, todos ficam assombrados, tantos gritos de socorro, voz alguma ouve ao lado, ninguém pode me ouvir.

Quem me pode ajudar? Meu socorro há de vir.

Cada linha rabiscada, cada letra torta e feia, diz de mim, do meu tormento, me entrega aos malfeitores, dos que odeiam sentimentos.

As palavras me denunciam me definham, me envolvem, me deparo com a arma, que me mata, me devolve.

Não adianta mais mover, não me deixa encontrar-me, o meu ego, minha falta, sou do medo, sou do nada, sou as letras, entrelinhas, vagarosas mal lembradas.

 

 

 

 

Ser Quem Sou

 

Sou do tempo, sou do vento, da lembrança da saudade, da tristeza e da bondade.

Sou oculta, escondida, uma incógnita na vida, um mistério, sou de mim, da ilusão, e da paixão, do amor sou serafim.

Sou humana, natural, sou medida e desmedida, sou do outro, sou daquele que de mim pensa saber, mas meu eu não faz querer, não conhece, nem por que!

Ser quem sou não é segredo, sou do que de mim tem medo, se me dou, dou por inteiro, não existe meio a meio.

Sou mulher, e sou menina, sou grandeza e sou cristal, sou de aço e sou de vidro. Sou do sobrenatural.

Não é o cair que então me quebra, se quebrar tem quem me junte, e me colo por completo, pois dos cacos resta às cinzas e do pó vou renascer. Pois da vida sou poeta!

Minhas lágrimas de pedras, são deveras preciosas e a cada lágrima caída, dou a alma sem pensar.

Furacão sou tempestade, sou a água que tu bebes, sou a brisa que refresca. O caminho que tu segues.

Meu amor não é barato, merecedor tem que ser forte, tem que tocar bem lá no fundo, conquistar meu coração e demonstrar que tem a sorte.

Meu amor não é cobrado, é de graça é por amar, é o mais belo sentimento se é que posso o amor contar!

Sou mulher, sou pesadelo, sou sorriso, o desespero, sou quem jura o infinito, sou teu sonho mais bonito.

 

 

 

 

Há Dias...

 

 

Há dias...

 

Há dias em que acordo querendo desistir de viver,

Dias em que se fosse possível eu me apagaria do mapa

Com uma borracha, sopraria o pó de mim e varreria

Pra não me ver nunca mais.

O peito dói tanto que é como se agulhas perfurassem minha

Carne atravessando de um lado para o outro.

A casa é pequena, tem pouco espaço, eu tenho pessoas ao redor,

Mas é de uma imensidão, de um vazio absoluto no qual não meço

Minhas fraquezas, e tão somente minha solidão me perturba.

É aço e fogo, é chama e gelo, são peso e medo, é pesadelo!

H á dias nos quais não sinto o menor desejo de me olhar no espelho,

Dias em que minhas mãos ficam geladas o dia todo, a cabeça gira,

E as lágrimas por sua vez fazem da cama, um leito de morte.

Não é algo que eu queira explicar, não faz parte do meu eu sorrir

Ao invés de chorar, sou de um todo, mais uma alma em conflitos,

Reprimida no mais profundo do âmago das fraquezas humanas,

Nas quais quem tem o controle de tudo torce para que o dia

Passe logo e tudo volte ao normal.

É sua, é minha, é dor, de amor!

 

 

dor

É sua, é minha... É dor, de amor.

 

Cabe a nós pensarmos em algo que nos abrigue a mente e de fato nos faça reagir ao sombrio da dor. Pelo que deixa minha alma embasbacada pelo não compreender da traição, e com meus botões fico a relutar, como posso tão nefasta sensação e desprezível sentimento retrair minha mente no não merecer perdoador?

Todas as lágrimas não apagarão jamais minha sombra de angústia, as palavras não serão de prolongar algum capaz de amenizar as feridas do meu eu, e porque me dizer perdão, se perdão não vem de mim? Perdoar é santo e santa no momento está longe da minha condição humana.

Muitas águas sobrevirão, e milhares de casos se repetirão, mas jamais será normal, não será aceitável e feliz desdenhar do amor, como se as mudanças negativas da sociedade hipócrita e mentirosa venham acessar minha vida e tirar de mim o direito de ser antiquada sim, infeliz pela felicidade da nação de modo algum.

Cabe a nós não permitirmos deixar acontecer, mas caso aconteça, não nos é correto fingir entender a farsa da traição e desmedir a realidade de que quem ama também pode facilmente trair e pedir desculpas.

Sou dona da minha razão, sou eu quem decide se fico ou se não, quem é você para decidir de mim e fingir assim?

Não sou dona do que sente o coração, agir irracionalmente me faz ser chocante e buscar dentro da dor a solução para o que não pode ser explicado.

Bom, diante de tanta indecisão, me resguardo no meu eu para tentar uma possível reabilitação e por fim, continuar vivendo, pois quem não vive não tem coração.

Definho-me no meu âmago e me detenho de uma dose de sabedoria, me permitindo ser forte e caminhar rumo a mais uma jornada, porque este é o verdadeiro sentido de viver.

E nada, jamais poderá ser explicado sem antes ser, vivido, sentido, chorado!

 

Autora: Érwelley C. de Andrade (ALB/bsb).

 

Mãe

Mãe

 

Mãe é flor bela e graciosa,

Formosura mui cheirosa,

Mãe bondosa, esplendorosa.

Mãe que abraça e me envolve

Em teu abraço és carinhosa.

Mãe carinho, mãe ternura seu olhar traz alegria,

Sua voz é meiga e doce, sua face contagia!

Anjo lindo do Senhor tem na terra a missão,

Dar a vida aos seus filhos e os amar de coração.

Suas lágrimas de amor, seu sorriso minha flor,

Que almejo ser igual sua imagem de amor.

Quantas noites tu passastes, me velando o calmo sono,

Tantos dias tu ficastes meu andar observando.

Eu te agradeço mãe querida, por tua grande paciência,

Em tuas mãos tens o carinho, do teu ser benevolência.

Eu te agradeço mãe amiga, pela dádiva da vida.

Que em ti Jesus plantou muita graça em seu amor.

Coração desse tamanho a todos sabe demonstrar,

Ensinou-me o caminho, a estrada a caminhar.

Passo a passo vou seguir-te, minha mãe minha alvorada,

Mãe amiga, mãe querida minha bela, minha amada!

Meus joelhos tu beijaste quando criança ao cair,

Tão zelosa para mim, mãe tão doce, meu jasmim.

As histórias que contaste as mais belas que ouvi.

Sua voz cantarolando o ninar para eu dormir.

Se vermelhas são as rosas, perfeito é o teu amor,

Lindos campos verdes mares, mãe presente do Senhor.

 

 

 

 

 

 

 

 

Voz afável... Seu olhar diz de você!

Voz afável... Seu olhar diz de você!

 

O desejo de sentir o toque de tuas mãos acariciando o meu rosto, sobreposto em teus ombros, anjo amigo, é deveras meu cuidado de estar perto de ti e te ter aqui comigo.

Ah quando fecho os olhos, chego a suspirar de emoção, ouvindo sua voz ao pé do ouvido, bate acelerado o coração.

Confundo-te com um pássaro contente, sobrevoando o oceano, em busca de amor e paixão. Seu sorriso e doce voz me transmitem alegria, exultando sinfonia que ouço em harmonia.

Encontrar-te na avenida, onde tantos só esbarram, nem tampouco se preocupam em olhar pro outro lado, ver quem passa se é alto ou se é baixo.

Os meus pés estão descalços, me pergunto quem será?

A me carregar no colo, quando a vida me deixar...

Vejo logo o teu sorriso, se esvaindo de carinho, com os olhos reluzentes, diz sou eu a tua mão.

A lembrança está nos sonhos, lá tenho asas e voarei, sinto graça ao dormir, pois contigo sonharei. Mãos macias, voz tocante a arrepiar, fazem meu rosto avermelhar.

Arrepia todo o corpo, parecendo adolescente, mãos geladas, peito queima coração tão inocente.

Cativante nas palavras, gentileza tens em dobro, deslumbrada estou contigo, meu menino sonhador. Ser de alma preciosa, com nobres gestos

Carinhosos. É bem assim que vejo o amor, em seus braços me acolher, em teus lábios me envolver, numa par de emoções encontrando nossos corpos no bater dos corações.

 

(A você!)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Olhos vendados, passos contados.”

Lançamento do meu Livro “Olhos vendados, passos contados.”


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De teor reflexivo e muito atraente á leitura!
Conto com todos os amigos leitores.
O lançamento será em BREVE! Aguardem!

Para que o lançamento seja um fato notório para a
Literatura é necessário o seu apoio. Contato com a autora cardosorwelley@gmail.com

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Sou eu sem você

Sou eu sem você



Somos um só coração,
Batendo no mesmo compasso.
Entregues aos truques do amor,
Lutando contra o destino.
Eu e você,
Com almas alegres,
Corações de meninos.
Uma só áurea, um só corpo,
Um só caminho.
Se abraçados estamos,
Ao longe se vê um desenho...
De um lindo romance,
Do amor que te tenho!
Apenas humanos,
Em busca de algo...
Fazendo do mundo um grande espetáculo.
Um amor que exala,
Um aroma infinito,
Um toque suave,
Do amor mais bonito!
Não fosse meu anjo,
O amor que te tenho...
De mim o que seria?
O sol sem seus raios,
A flor sem espinhos...
Um triste desenho.
Um só sentimento,
Um doce fermento,
Que faz nosso amor...
Crescer de repente.
Que vida teria,
Não fosse o amor...
Que tanto embalo,
Nos braços do vento.
Faremos um voto:
Morrer um com o outro,
Um só não é voto...
Os dois em repouso,
Pro mundo entender...
Que o amor é quem pode,
Mudar esta vida...
Curando as dores,
Sarando as feridas.

As pegadas na AREIA

Uma noite eu tive um sonho... 

Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e através do céu, passavam cenas da minha vida. 

Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era meu e o outro era do Senhor. 

Quando a última cena passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. 

Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso me aborreceu deveras e perguntei então ao Senhor: 

- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que resolvi te seguir, Tu andarias sempre comigo, em todo o caminho. Contudo, notei que durante as maiores atribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixaste sozinho. 

O Senhor me respondeu: 

- Meu querido filho. Jamais eu te deixaria nas horas de provas e de sofrimento. Quando viste, na areia, apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exatamente aí que eu te carreguei nos braços.

Por quê? Amor... Por quê?

 

Por quê? Amor... Por quê?



Era tarde de uma terça feira triste por tantas lágrimas já derramadas...

Um amor tentado pela destruição traçada pelo ódio e inveja incompreendida.

Dia de decisões e definições sobre toda uma vida juntos ou separados!

Duas crianças indefesas e confusas, sem saber ao certo o agir e o pensar.

Dois amores envolvidos cada vez mais num laço eterno de três vidas numa só!

Porque não pudemos pensar, querer e decidir?

Foi tudo se transformando em nada, foram nossas vidas para sempre marcadas.

Pelo medo de não saber fazer o certo e optando pelo erro, perdemos a chance

De juntos para sempre ficar...

Hoje ainda sinto a dor que você sentia quando seus olhos derramavam

Todas as lágrimas pela nossa triste separação.

Ainda vejo através do s espelhos, o seu sofrimento e os meus gritos de lamentação!

Um amor que eu não busquei quase me fez parar de existir.

Seu amor, nossas vidas eternamente ligadas pela vida de um ser tão pequeno...

E já marcado pela separação de um grande Amor!

Minha vida não pode voltar atrás, meu anjo! Não posso mais...

Tarde de dor e muita mágoa, das que jamais serão esquecidas em nossas almas

Em nossas vidas.

Cada vez que olhar nos seus olhos, lembrar-me-ei das suas palavras de desespero:

Vamos então sumir! Vamos fugir daqui!

Porque amor? Porque não aceitei seu pedido de amor?

Não sei explicar... Apenas consigo lamentar!

Perdoa! Perdoa meu anjo por não ter sabido responder.

Nosso elo está cada dia mais real e me lembra tanto seu sorriso, sua cor, sua vida!

Nossa história de amor, de um lindo primeiro e eterno amor!

O que posso te dizer? Ainda hoje, e sempre vou amar você!

 

Érwelley C. de Andrade 

Membro vitalício da 

Academia de Letras do Brasil/ BSB.

 

 

 

 

 

"OLHOS VENDADOS, PASSOS CONTADOS"

 

 

"Amigos e amantes da poesia tenho muita alegria em dizer que em breve muito em breve meu livro " Olhos Vendados , Passos Contados"

Está cada dia mais próximo de ser lançado.... Espero fielmente contar com o apoio lindo de todos os meus amigos que gostam tanto das

Letras expressadas de tantas maneiras lindas!!!!

Agradeço de coração a todos que de um modo ou de outro estiveram e estão torcendo por mim....

Logo que o link da editora com a marca e sobre a distribuição do livro entrarei em contato....

OK?!!!!!

Amo muito vocês!!!!

E digo sempre!  CONTEM COMIGO EM TODAS AS HORAS!!!

Beijos..........

Meu sonho, meu anjo... Mesmo sonhando... Amo-te!

 

 

Meu sonho, meu anjo... Mesmo sonhando... Amo-te!

 


Sempre foi, e sempre será você, não basta te ter,

Tem que te amar e isso amor só eu sei te dar...

Meu anjo de luz que minha alma conduz,

Meu corpo domina e a alma traduz.

Tua boca eu desejo, deseja meu beijo,

Meu gosto tu sentes, minha alma carente,

Do teu toque ardente, almejo sentir, quer seja em sonhos,

Sinto-te, toco-te amo.

E sei... Logo, logo teu corpo eu terei,

Então a saudade tornará meu anjo,

Nosso amor traduzido em um só desejo, amor e eternidade!

Os meus sonhos serão sempre seu meu amor,

Se de mim algo pedir sei o que te dar, dou minha vida

Porque só sei te amar e contigo sonhar.

Sua face, seu cheiro já são parte do meu sono e do meu travesseiro.

Contigo só sei sonhar, te amando, beijando,

Tocando teu corpo como só eu sei tocar.

Sei tua saudade me chama, teu corpo me quer e teu coração me ama,

Não adianta negar! Somos apenas um, eu e você,

Querendo ou fingindo não querer, seremos para sempre um do outro,

Seremos pra toda vida amor, eu e você!

AMOR ABORTADO

Amor Abortado.

 

Esse corpo quente, essa alma ardente, vai desmaiar!

O fogo me consumia e a fadiga me erradia, quanto mais eu reclamava,
mais a tocha queimava.

Tanta dor eu sentia, de tristeza eu gemia, falava com temor, pare,
por favor! 
Desse jeito nem era pra gente ir, parecia tão empolgante terminar
tudo num instante.

Não importa o que eu sinto, já estou enfeitiçada,

Digo: Pare, por favor! Mas, nem assim ele parou, me viu sofrer.

Sentia-se um valente homem
frente a uma garota chorosa e frágil.

O corpo quente de paixão, o que antes era amor se transformou em
solidão. 
O passado me encontra e me dá o que pensar, lembra o dia da chegada,
desse amor em mim fincado.

Pulo a página da agrura, salto o muro desse portão, me escondo do
mundo, a dor de não mais saber amar, solidão!

Pois de mim foi arrancado o direito de sonhar, de sentir calafrios,
de ter brilho no olhar.

Não sei mais sorrir e ser feliz como um dia pude sentir.

O que me deixou viva foi uma mãe barreira chamada esperança, de
lembranças eu vivo agora, amanhã?

Não posso dizer se estarei aqui pra contar como foi o pôr do sol, a
lua cheia de frio por estar só.

Qualquer que seja a situação desde então é fácil passar, o que de
mim foi coração, há apenas um abismo n
o lugar da emoção.

Meu amor estava sendo gerado, no seio do meu peito, aquecido pela
paixão. Mas, foi arrancado de mim p
or um punhal afiado e cego de maldade humana.

Sangrei e quase morri. Na cova eu respirei mesmo com toda aquela
terra sobre meu corpo levantei.

O que resta de um cordão? Minha alma, minha vida, meu coração!

 

 

 

Érwelley C. de Andrade (ALB).

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